A medicina regenerativa estuda e usa caminhos que procuram ajudar o corpo a reparar um tecido, recuperar características dele ou mudar o ambiente em que ele está.
Ela reúne preparações diferentes, cada uma com a sua finalidade e o seu grau de evidência. Na ortopedia, essas preparações se chamam ortobiológicos: materiais biológicos, muitas vezes tirados do próprio paciente, usados no cuidado de ossos, articulações, tendões e músculos.
Plaquetas, células, vasos e a matriz que sustenta os tecidos participam da reparação. Entender esses mecanismos ajuda a pensar tratamentos, mas só estudos em pessoas mostram se o benefício existe. Por isso, para cada técnica, o médico olha o seu diagnóstico, o que as pesquisas mostram e as regras de uso.